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    Home»Esquina Curiosa»Como nossos pais

    Como nossos pais

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    By Claudia Zogheib on 1 de junho de 2022 Esquina Curiosa, Vida Plena
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    Por Claudia Zogheib

    Com quem comparamos nossos pais quando justificamos nossas frustrações diante dos “erros” que eles cometeram conosco? Talvez com os pais dos nossos amigos e primos, ou talvez com os nossos próprios pais… da nossa infância idealizada.

    Eles quase nunca estiveram presentes na medida das nossas expectativas, e o intervalo entre o que eles nos deram e nossos desejos, é o espaço que usamos para justificar a melancolia pelo que acreditamos que poderia ter sido…, mas não foi.

    Comparamos o tempo todo, e muitas vezes isto se faz necessário para a entrada na realidade que convivemos, e estando diante de nossas frustrações, almejamos construir algo mais parecido com as nossas necessidades reais, sem as ide犀利士
    alizações da infância, sem a destrutividade daquilo que sentimos como nossas perdas.

    É surpreendente como a perda previsível e necessária dos nossos pais é a derrota psíquica para muitos adultos, mesmo eles já sendo pais, ou tendo idade para serem pais. E pensando no tempo, no que se esvai, nos medos, angustias, nos enfrentamentos, ficamos diante daquilo que conseguimos subtrair da nossa onipotência enquanto éramos crianças.

    O processo de luto está inevitavelmente presente na dinâmica entre os dois polos de nossa existência: vida e morte. Trata-se de um processo doloroso que não se limita apenas à morte, mas ao enfrentamento das sucessivas perdas reais e simbólicas durante a nossa existência.

    Enquanto adultos, conseguir olhar aquilo que foi, o que poderia ter sido, revitaliza um caminho possível diante do nosso narcisismo, e nos encontramos na difícil tarefa humana, possível de erros e acertos, como os nossos pais.

    Melanie Klein dizia que o mundo interno que vinha sendo construído desde o início da vida, e que foi destruído quando ocorreu a perda real, só se concretiza num luto bem sucedido, quando conseguimos conviver com a queda de nossa onipotência.

    Às vezes não nos dá tempo de perceber que a cada momento tudo vai embora até desaparecer definitivamente: só ficam as lembranças. E diante das perdas inevitáveis, temos que nos reinventar.

    Em tempo, este texto foi escrito ao som da música: o Bêbado e o Equilibrista de Aldir Blanc.

    Claudia Zogheib
    Claudia Zogheib

    Claudia Zogheib é psicóloga clínica formada pela
    Universidade do Sagrado Coração em Bauru – USC,
    psicanalista, especialista pela
    Universidade de São Paulo – USP,
    atende presencialmente e online.
    Escreve em dois Jornais no Brasil sobre psicanálise
    e comenta também filmes na mesma ótica.
    Nas suas páginas do Instagram e nos seus sites
    tem mais informações sobre.
    @zogheibclaudia
    @claudiazogheib
    @augurihumanamente
    @cinemaeartenodivã
    www.claudiazogheib.com.br
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    Claudia Zogheib é psicóloga clínica formada pela Universidade do Sagrado Coração em Bauru – USC, psicanalista, especialista pela Universidade de São Paulo - USP, atende presencialmente e online. Escreve em dois Jornais no Brasil sobre psicanálise e comenta também filmes na mesma ótica. Nas suas páginas do Instagram e nos seus sites tem mais informações sobre. @zogheibclaudia @claudiazogheib @augurihumanamente @cinemaeartenodivã www.claudiazogheib.com.br www.augurihumanamente.com.br

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