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    Home»Vida Plena»Mente Sã»O Lado Sombrio do Hamas: Como o Captagon está Influenciando o Terrorismo

    O Lado Sombrio do Hamas: Como o Captagon está Influenciando o Terrorismo

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    By Editorial on 20 de outubro de 2023 Mente Sã, Misterios Desvendados, Política
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    Por Kitty Tavares de Melo

    O dilema israelense de equilibrar a necessidade crítica de segurança com o imperativo ético de preservar a dignidade humana é uma questão complexa que vai além das fronteiras da política e da estratégia militar. No epicentro deste dilema, o grupo terrorista Hamas recorre frequentemente a táticas que colocam em risco a vida de civis palestinos, incluindo o uso deles como escudos humanos. Este cenário amplifica os já complexos desafios que Israel enfrenta. Israel busca  na promessa divina feita a Abraão para discernir entre os elementos nefastos e os civis inocentes, uma missão semelhante à busca por “almas justas” em um ambiente moralmente ambíguo.

    A Perspectiva Global

    O cenário atual divide a opinião pública global. Por um lado, há compreensão do direito de Israel à autodefesa; por outro, há reconhecimento do sofrimento humano dos palestinos. Este contexto resgata elementos arquetípicos, remetendo às histórias bíblicas de Sodoma e Gomorra, cidades que foram destruídas mas onde também existiam “almas justas”.

    O Fator Captagon

    Um catalisador inesperado para a crescente crueldade é o Captagon, uma droga sintética. Originalmente criada para fins terapêuticos e banida desde a década de 1980, ela encontra terreno fértil entre extremistas no Oriente Médio, eliminando qualquer vestígio de compaixão e dignidade. Em um contexto de escalada de conflitos e erosão das fronteiras éticas, o Hamas representa uma ameaça não apenas para Israel, mas também para a humanidade em um sentido mais amplo. A brutalidade exibida é tão assombrosa que ultrapassa os limites da razão humana, complicando ainda mais a busca por uma solução pacífica e duradoura para o conflito. Mas por que tanta brutalidade? Bem, o fator Captagon é um agravante. Mas o que é essa droga e de onde ela veio?

    Captagon: A Drogas dos Terroristas do Oriente Médio

    O Captagon, substância química do tipo anfetamina, tem uma trajetória sinistra que vai além do uso medicinal para o qual foi originalmente concebido. Inicialmente desenvolvido na década de 1960 pela empresa farmacêutica alemã Degussa Pharma Gruppe, o Captagon era usado como um medicamento psicoativo prescrito para transtorno de déficit de atenção e narcolepsia. No entanto, sua produção e utilização foram posteriormente proibidas em 1986 pela Convenção das Nações Unidas sobre Substâncias Psicotrópicas de 1971.

    Mas essa proibição não estancou sua produção. De fato, o Captagon encontrou um novo lar nas mãos de redes criminosas, principalmente no Oriente Médio. A partir do final dos anos 1990 e início dos anos 2000, comprimidos falsificados começaram a ser produzidos em países como Bulgária e contrabandeados através de redes criminosas balcânicas e turcas para a Península Arábica.

    Hoje, o Captagon é notório por ser massivamente produzido na Síria e exportado para Estados do Golfo. O seu baixo custo de produção e efeitos estimulantes o tornaram a droga de escolha para grupos terroristas, que a utilizam para potencializar a resistência e audácia de seus combatentes. Ao mesmo tempo, a droga tornou-se uma espécie de moeda de troca diplomática para o Presidente sírio Bashar al-Assad, sendo um tema crítico nas discussões sobre o retorno da Síria à Liga Árabe.

    O Presidente sírio Bashar al-Assad tem utilizado a droga Captagon como uma espécie de “carta na manga” em suas relações diplomáticas, especialmente quando se fala em reintegrar a Síria à Liga Árabe. Mas por que essa droga assumiria um papel tão central nas negociações? Vamos simplificar: imagine que você tem algo que muitas pessoas querem, algo valioso. Você pode usar isso para conseguir favores ou ganhar poder em uma negociação, certo?

    No caso do Captagon, essa droga é muito procurada por grupos extremistas e tem um mercado negro lucrativo. Ao controlar a produção ou distribuição dessa substância, o governo sírio pode tanto agradar quanto pressionar outros personagens envolvidos, tornando-se um jogador importante na mesa de negociações. É como se a Síria tivesse um “trunfo” que pode usar para ganhar vantagens ou concessões em conversas diplomáticas. Assim, a questão do Captagon se torna um elemento crítico nas discussões sobre o retorno da Síria à Liga Árabe. Nos conflitos do Oriente Médio, especialmente entre grupos extremistas, essa droga é valorizada por suas propriedades estimulantes, que podem manter os combatentes acordados, focados, insensíveis à dor por longos períodos, também os tornam frios e calculistas, sem nenhum sentimento, capazes de matar a própria mãe .

    Vamos simplificar isso!

    O Captagon é uma droga que foi criada há muitos anos para ajudar pessoas com problemas de saúde, como falta de atenção ou sono em excesso. Mas, em 1986, foi proibida pelas Nações Unidas porque tinha efeitos muito ruins.

    Mesmo sendo proibida, a droga não sumiu. Ela foi parar nas mãos de pessoas ruins, especialmente no Oriente Médio. Hoje em dia, é uma droga muito usada em guerras porque faz os soldados ficarem acordados e sem sentir dor.

    A Síria, um país do Oriente Médio, produz muito essa droga. O presidente da Síria, Bashar al-Assad, usa essa droga como um tipo de “moeda” em conversas com outros países. É como se ele tivesse algo muito valioso que todo mundo quer e, por isso, ganha poder nas conversas.

    Então, essa droga é importante não só porque é usada em guerras, mas também porque dá ao presidente da Síria um “trunfo” nas negociações para voltar a fazer parte da Liga Árabe, que é um grupo de países árabes.

    Entendeu? É como se a Síria tivesse algo muito valioso e estivesse usando isso para conseguir o que quer em conversas com outros países.

    Editorial
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    A Florida Review é mais do que uma revista, é uma entidade cultural com mais de quatro décadas de história, fundada por Chico Moura e fortalecida sob a liderança de Rodrigo Lisboa Soares. Desde o final dos anos 1980, expandiu seu impacto dentro e fora dos Estados Unidos, consolidando-se como referência editorial e ponte entre culturas. A Florida Review serve hoje a mais de um milhão de brasileiros ao redor do mundo, promovendo informação responsável, pensamento crítico e iniciativas filantrópicas que valorizam a identidade e a diversidade brasileira. Guiada por um compromisso inegociável com a verdade, livre de viés ou partidarismo, nossa missão é oferecer conteúdo relevante, atual e consciente que informa, conecta e inspira. Não somos apenas uma publicação digital: somos um patrimônio vivo da comunidade brasileira no exterior.

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