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    Home»Cultura & Entretenimento»A celebração do Hanukkah e a história do Natal

    A celebração do Hanukkah e a história do Natal

    4
    By Claudia Zogheib on 21 de dezembro de 2022 Cultura & Entretenimento, Esquina Curiosa
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    Por Claudia Zogheib

    As celebrações geralmente são marcadas pelos encontros em família, pela partilha de afeto, onde a troca de presentes mostra sua natureza social, fato que simboliza o desejo de perpetuar valores como: união, fraternidade, esperança, e remete à ideia de crescermos no amor, na solidariedade, na tolerância, na paz que reforçam o grande sentido de festa. É um momento para estreitar vínculos, demonstrar carinho, uma grande oportunidade de exercitar a celebração que marca um renascimento dentro de cada um de nós.

    A importância da espiritualidade agrega sentido individual e coletivo, e mesmo quando todos não partilham da mesma fé, é possível dar sentido ao festejo diante da celebração que marca união entre indivíduos.

    No Natal celebramos o nascimento de Jesus, e para quem acredita e celebra o seu nascimento, trata-se de um momento de se reconectar com o espírito dos ensinamentos contido na vida de Jesus.

    Desejar Feliz Natal significa acreditar em Jesus Cristo, data que foi fixada pelo imperador Constantino, dia que celebrava a grande festa solar em Roma. No solstício de inverno (hemisfério norte), a noite mais longa do ano celebrava o momento em que os dias começavam de novo a crescer, e por assim ser, celebravam a vitória simbólica do Sol contra a escuridão. Constantino foi quem transformou o cristianismo na religião de Roma e que governou entre 306 e 337, sendo sua figura identificada com o divino, e que aproveitou o antigo festival do dia do nascimento do Sol Invicto, fazendo uma fusão entre o culto solar e o culto cristão. Nesta época do ano, em meados de dezembro, os antigos romanos também festejavam a Saturnália, festival em que eles ofereciam presentes entre si e trocavam os papéis sociais, uma mistura de Natal e Carnaval.

    Papai Noel é uma figura cristã cujo nome é uma tradução holandesa de São Nicolau, um santo de Mirra atual Turquia, que em sua lenda incluía a história de que ressuscitou três crianças assassinadas, daí sua conexão com a infância. A importância cultural que os EUA adquiriram em nossa sociedade fizeram o resto: Papai Noel passou a povoar as festas durante o século XX, dando alegria a todas as crianças, tendo uma representatividade feliz nas festas.

    A árvore de Natal é uma tradição na celebração cristã, embora todas as religiões utilizam árvores como símbolo, elemento essencial da história do Gênese. As primeiras árvores de Natal são da Alemanha do século XVI, e foi o próprio Martinho Lutero, uma das figuras centrais da Reforma Protestante que incentivou tal costume e decoração.

    Na noite de 24 de dezembro de 1223, São Francisco de Assis organizou um presépio vivo numa gruta da cidade italiana de Greccio, onde a figura do menino acabou se transformando no verdadeiro Jesus, milagre que foi plasmado por Giotto no final do século XIII num dos afrescos mais犀利士
    famosos da história da arte, podendo ser visto na Basílica de São Francisco de Assis.

    Jesus nasceu, cresceu e viveu como judeu por isso é também respeitado na religião, apesar de não ter o mesmo destaque da igreja católica. A celebração judaica é o Hanukkah, que vem da palavra de origem “Chanucá” significando dedicação ou inauguração. A festa também conhecida como Festival das Luzes, tem como tradição acender um candelabro com nove velas dentro de casa e colocá-lo na janela para compartilhar a luz, a oferecendo para quem quiser se iluminar e aceitando que cada um tem a sua luz própria. A primeira noite da celebração começa após o pôr do sol do 24º dia do mês judaico de Kislev e continua por oito dias.

    Este ano se deu início no dia 18 de dezembro a partir do começo da noite, e se estenderá até a noite do dia 26 de dezembro, celebrando a vitória da luz sobre a escuridão, fazendo uma metáfora sobre o bem que vence o mal, vitória da pureza sobre a degeneração e da espiritualidade sobre o materialismo.

    Nas noites de Hanukkah é comum o uso de jogos, costume que surgiu na Idade Média quando eles eram proibidos de guardar as tradições e as festas. Um dos mais comuns era o dreidel, que acabou se tornando um dos símbolos da celebração. Ele se parece com um pião de quatro faces, com letras do alfabeto que significam “Um grande milagre ocorreu lá”, expressando a alegria em ser judeu.

    Outro ponto forte é a culinária, e são servidos sufganiots (um doce parecido com o sonho) e latkes (bolinhos de batata), ambos fritos em óleo, alusão ao milagre que manteve o candelabro de velas aceso.

    Diferente do cristianismo, Jesus não é visto como Messias pelos judeus, pois segundo sua escritura a vinda do Messias mudaria a história e não haveria mais sofrimento, doenças, injustiças, guerras.

    Apesar de serem celebrações distintas, o Natal e o Hanukkah compartilham semelhanças, como as velas e as trocas de presentes, que, com o tempo passou a existir por conta das crianças, embora alguns não gostem muito da ideia.

    Os muçulmanos não celebram o Natal, mas sentem os efeitos positivos e representam a data como o dia da família. No islamismo, a maior figura é o profeta Muhammad, conhecido também como Maomé que viveu entre os anos 571 e 632 na região da Arábia Saudita, mas acreditam que Jesus, filho de Maria foi enviado por Deus e trouxe sua mensagem. Ele pregou o amor, lutou pelo bem-estar da família sendo também um profeta deles, embora não o celebrem.

    Natal é a festa em que os cristãos comemoram o nascimento de Jesus, e sua origem se perde na Antiguidade, além de agregar vários outros símbolos: Presépio, Papai Noel, Árvore de Natal, símbolos estes que fazem desta festa uma grande celebração de ritos e mitos, capaz de unir o divino e o terreno, que se fundem num longo e inesgotável caminho da relação humana com o transcendental, fazendo parte da humanidade e da história de muitos.

    Cada religião segue o seu ritual e pratica sua espiritualidade, e o mais importante é respeitarmos a religião, a cultura e identidade de cada um, fazendo com que as festas se unam pelos laços de família e amizade!

    Este texto foi escrito ao som da música “Blue Christmas” de Elvis Presley.

    Claudia Zogheib
    Claudia Zogheib

    Claudia Zogheib é psicóloga clínica formada pela
    Universidade do Sagrado Coração em Bauru – USC,
    psicanalista, especialista pela
    Universidade de São Paulo – USP,
    atende presencialmente e online.
    Escreve em dois Jornais no Brasil sobre psicanálise
    e comenta também filmes na mesma ótica.
    Nas suas páginas do Instagram e nos seus sites
    tem mais informações sobre.
    @zogheibclaudia
    @claudiazogheib
    @augurihumanamente
    @cinemaeartenodivã
    www.claudiazogheib.com.br
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    Claudia Zogheib é psicóloga clínica formada pela Universidade do Sagrado Coração em Bauru – USC, psicanalista, especialista pela Universidade de São Paulo - USP, atende presencialmente e online. Escreve em dois Jornais no Brasil sobre psicanálise e comenta também filmes na mesma ótica. Nas suas páginas do Instagram e nos seus sites tem mais informações sobre. @zogheibclaudia @claudiazogheib @augurihumanamente @cinemaeartenodivã www.claudiazogheib.com.br www.augurihumanamente.com.br

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    View 4 Comments

    4 Comentários

    1. Ana Maria Ferreira Francisco on 21 de dezembro de 2022 7:07 AM

      Parabéns Claudia pelo belissimo texto. Esclarecedor, cheio de brilho, em que mergulhamos na história, no conhecimento e na mistica.

      Reply
      • Claudia on 22 de dezembro de 2022 6:50 AM

        Muito obrigada!

        Reply
    2. Dr. Marilia Ravel on 21 de dezembro de 2022 7:36 AM

      Excelente texto. Descreveu muito bem. Muito bom obrigada

      Reply
      • Claudia on 29 de dezembro de 2022 7:27 PM

        Obrigada! Abç

        Reply
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