Por Dra. Mônica Cerutti MartelletFarmacêutica Esteta • PhD em Biotecnologia em SaúdeCEO da Clínica Dra. Mônica Martellet Estética AvançadaProfessora Universitária e Coordenadora de Pós-GraduaçãoColunista da Florida Review Magazine – Miami Enquanto milhões de torcedores se preparam para acompanhar a abertura da Copa nos Estados Unidos, uma preocupação importante costuma passar despercebida em meio à empolgação dos jogos, das festas, dos estádios lotados e das transmissões ao ar livre: a exposição excessiva à radiação ultravioleta. Durante grandes eventos esportivos, é comum que as pessoas permaneçam várias horas sob o sol, muitas vezes sem a proteção adequada. O resultado vai muito além…
Autor: Monica Martellet
Por Dra. Mônica MartelletFarmacêutica Esteta | PhD em Biotecnologia em SaúdeCEO da Clínica Dra. Mônica Martellet Estética AvançadaProfessora Universitária e Coordenadora de Pós-Graduação em Estética ClínicaColunista da Florida Review Magazine – Miami, USA Durante muitos anos, a estética concentrou seus esforços em tratamentos tópicos e procedimentos realizados diretamente sobre a pele. No entanto, a ciência vem demonstrando que o envelhecimento cutâneo, a inflamação crônica e distúrbios pigmentares como o melasma são processos sistêmicos, influenciados por mecanismos biológicos que se iniciam muito antes de se manifestarem na superfície da pele. Hoje sabemos que procedimentos estéticos de alta performance, quando associados a…
Por Dra. Mônica Martellet | Farmacêutica Esteta | Doutora em Biotecnologia CEO da Clínica Dra Mônica Martellet estética avançada |Professora universitária Colunista Florida Review Magazine Durante tempos, o melasma foi tratado como um excesso localizado de melanina. O raciocínio era simples: o melanócito produzia pigmento demais e, portanto, bastava bloquear a tirosinase para clarear a pele. Mas a ciência mudou. E talvez uma das mudanças mais sofisticadas da estética seja justamente entender que o melasma não nasce apenas no melanócito. Ele nasce em um microambiente cutâneo metabolicamente alterado. Hoje, estudos atualizados evidenciam que os fibroblastos envelhecidos e senescentes desempenham papel…
Por Dra. Mônica Martellet — Farmacêutica Esteta, PhD em Biotecnologia em Saúde, CEO da Clínica Dra. Mônica Martellet Estética Avançada, Professora Universitária e Colunista da Florida Review Magazine. Poucos ativos na dermatologia estética possuem um nível de evidência científica tão robusto quanto os retinoides. Considerados verdadeiros moduladores biológicos da pele, ácido retinoico, retinol e retinal compartilham uma mesma origem derivada da vitamina A, mas apresentam diferenças profundas em estabilidade molecular, potência clínica, tolerabilidade cutânea, permeação transepidérmica e comportamento farmacotécnico. Embora frequentemente tratados como equivalentes pelo mercado cosmético, esses compostos possuem mecanismos de conversão metabólica completamente distintos, o que impacta diretamente…
Por Dra. Mônica Martellet — Farmacêutica Esteta, PhD em Biotecnologia em Saúde, CEO da Clínica Dra. Mônica Martellet Estética Avançada, Professora Universitária e Colunista da Florida Review Magazine. A estética contemporânea vive uma transição importante: saímos da era da cosmetologia baseada exclusivamente em ativos para ingressarmos na era da comunicação celular inteligente. A pele é um órgão biologicamente ativo, altamente complexo e metabolicamente dinâmico. Fibroblastos, queratinócitos, melanócitos e células imunológicas mantêm uma comunicação constante através de mediadores químicos, citocinas, fatores de crescimento e sinais celulares que regulam inflamação, reparo tecidual, produção de colágeno, equilíbrio de barreira e envelhecimento cutâneo. Nesse…
Por Dra. Mônica Martellet | Farmacêutica Esteta | PhD em Biotecnologia em Saúde | CEO da Clínica Dra. Mônica Martellet Estética Avançada | Professora Universitária | Colunista da Florida Review Magazine (Miami). A chegada das temperaturas mais baixas marca também o início de uma das épocas mais procuradas nas clínicas de estética avançada: a temporada dos tratamentos de renovação cutânea. Com a redução da exposição solar e das agressões térmicas intensas, o outono e o inverno tornam-se períodos ideais para protocolos que promovem regeneração da pele, melhora da textura, uniformização do tom e estímulo de colágeno. Entre os procedimentos que…
Por Dra. Mônica Martellet Farmacologista Esteta, PhD em Biotecnologia em Saúde CEO da Clínica Dra. Mônica Martellet Estética Avançada Colunista da Florida Review Magazine As hipercromias cutâneas, especialmente o melasma, representam um dos maiores desafios da estética contemporânea não apenas pela sua prevalência, mas pela complexidade biológica que envolve sua formação e recidiva. Diferente do que por muito tempo se acreditou, o melasma não é apenas uma desordem de melanócitos hiperativos, mas sim uma condição multifatorial que envolve uma interação dinâmica entre queratinócitos, fibroblastos, células endoteliais e mediadores inflamatórios, todos modulados pela exposição à radiação solar e por influências hormonais.…
Por Dra. Mônica MartelletPhD em Biotecnologia em Saúde | Farmacologista e EstetaCEO da Clínica Dra. Mônica Martellet Estética AvançadaProfessora Universitária e Colunista da Florida Review Em um cenário onde a estética evolui para abordagens cada vez mais fisiológicas e regenerativas, o microagulhamento deixa de ser apenas uma técnica e passa a ocupar um papel estratégico: o de reativar o funcionamento das células da pele. Quando realizamos o microagulhamento, induzimos microlesões controladas na pele, capazes de ativar um dos mecanismos mais sofisticados do organismo: o processo de cicatrização tecidual. Esse processo ocorre em três fases bem estabelecidas: inflamação, proliferação e remodelação,…
Por Dra. Mônica Martellet Farmacêutica Esteta PhD em Biotecnologia em Saúde CEO da Clínica Dra. Mônica Martellet Estética Avançada Professora Universitária Colunista da Florida Review Magazine (Miami) A estética contemporânea deixou de ser baseada em abordagens isoladas para se tornar uma prática integrada, onde a harmonização facial não pode mais ser dissociada da qualidade biológica da pele. Procedimentos como preenchimentos e toxina botulínica dependem diretamente da capacidade tecidual de resposta, o que torna a cosmetologia tecnológica um pilar essencial na performance clínica. A pele é um tecido metabolicamente ativo, com respostas mediadas por vias bioquímicas complexas. Nesse contexto, ativos como…
Por Dra. Mônica Martellet Farmacologista Esteta, PhD em Biotecnologia em Saúde, CEO da Clínica Dra. Mônica Martellet Estética Avançada e colunista da Florida Review (Miami) A integridade da barreira cutânea emerge, como um dos pilares centrais da saúde da pele e da eficácia de qualquer intervenção estética. Muito além de uma camada passiva, a barreira epidérmica constitui um sistema biologicamente ativo, composto por estruturas físicas, químicas, microbiológicas e imunológicas que atuam de forma integrada para manter a homeostase cutânea. A sua função primordial reside em duas frentes críticas: impedir a perda excessiva de água e proteger o organismo contra agentes…
Por Dra. Mônica Martellet — Farmacologista e Esteta, PhD em Biotecnologia em Saúde, CEO da Clínica Dra. Mônica Martellet Estética Avançada, Professora Universitária e colunista da Florida Review (Miami). Durante algum tempo, o GHK-Cu foi tratado quase como um ativo de promessa infinita dentro da cosmetologia. Bastava citar seu nome para que ele fosse imediatamente associado a rejuvenescimento, crescimento capilar, reparo tecidual e até longevidade cutânea. Mas, quando um princípio ativo começa a ser cercado por marketing demais, torna-se ainda mais necessário devolver a discussão ao seu lugar de origem: a biologia. O GHK-Cu é um tripeptídeo naturalmente relacionado ao…
Por Dra. Mônica MartelletPhD em Biotecnologia em Saúde | Farmacologista e EstetaCEO da Clínica Dra. Mônica Martellet Estética AvançadaProfessora Universitária e Colunista da Florida Review Durante muito tempo, o envelhecimento foi interpretado apenas como uma consequência inevitável da passagem do tempo. Hoje, porém, a ciência mostra que esse processo é muito mais complexo e profundamente conectado à biologia das nossas células. Entre os mecanismos que ajudam a explicar como envelhecemos, poucos têm despertado tanto interesse quanto os telômeros, estruturas microscópicas frequentemente descritas como o verdadeiro relógio biológico celular. Os telômeros estão localizados nas extremidades dos cromossomos e funcionam como pequenas…